Cinzarela Cravo e Canela

Modéstia à parte: nós, aqui da Poetisa, estamos apaixonadas pela nossa Cinzarela. Razões não faltam.

  1. O conto do Perrault é poderoso e atemporal. Quem nunca se sentiu injustiçado? Quem nunca sonhou com uma “virada” que mudaria a vida de uma hora para a outra (para melhor, claro)? Quem não quer ser admirado, amado, feliz?!

  2. A tradução do Kall Sales consegue a proeza de manter a riqueza de um texto clássico, com vocabulário já arcaico, sem deixar de inovar e atualizar – a começar pelo nome Cinzarela! Lembrando-se que Cinderela é um “empréstimo” da tradução de Cendrillon, nome original da heroína, para o inglês. Estava na hora de aportuguesarmos, né não?

  3. Convenhamos: a nossa Cinzarela é lindinha de doer em sua morenice bem brasileira. Criação da talentosíssima Marcela Fehrenbach.

Quando nós, editoras, refletimos sobre o visual da nossa Gata Borralheira – Versão Século 21, a primeira decisão foi fugir do padrão loirinha-com-cara-de-gringa. O texto de Perrault não faz referência a características físicas da protagonista. Só diz que ela é linda. Pensamos, então, numa jovem de olhos grandes e cabelos volumosos, morena e charmosa como a maior parte das mulheres brasileiras.

Foi assim que nasceu a nossa Cinzarela: pensada para a nossa língua portuguesa e para as crianças brasileiras.

Esperamos que se apaixonem por ela como nós!

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